Ciência e tecnologia

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Ciência e tecnologia

Mensagem  Fernando Viglioni em Ter Fev 09, 2010 7:15 pm

"Gosto de tecnologia", "gosto de informática", "quero fazer ciência da computação porque gosto de tecnologia" são frases típicas do cotidiano. Separar os conceitos de "tecnologia" e "ciência" não é uma tarefa fácil para todoso e, a compreensão desses termos torna o vocabulário "informatiquês" mais correto.

O capítulo 0 do livro “Algoritmos estruturados”, de Harry Farrer, conceitua bem, digamos de maneira indireta, a diferença entre tecnologia e a ciência da computação, sendo o primeiro apresentado sempre incluído dentro da explicação do último. Conseguinte, é explanada a ciência, seguida de explicações sobre as tecnologias que a concretiza.

A computação resume-se na palavra imobilidade, onde o avanço do tempo e do desenvolvimento não atinge seus conceitos, que são universais. Essa ciência é a base, a estrutura para a evolução da tecnologia, e ela é um “esqueleto”, uma estrutura que não muda do o início ao final da história da informática.

Já tecnologia é algo digamos que “passageiro”, que surge para melhorar e colocar em prática a ciência, dar forma à ela, implementando avanços,e melhorias e criações desenvolvidas em laboratórios. A tecnologia é o que chega às mãos do consumidor ou do usuário.

Um exemplo do próprio livro seria a parte de memórias de um computador, diferenciando assim tecnologia de computação. Sabemos que memória é algo essencial à informática, tanto em questões de gravação de dados quanto desempenho, ou mesmo o funcionamento; é algo que não vai ser alterado, em quentões científicas, muito menos extinguido. Então, conclui-se que, a memória é uma fatia da computação.

Contudo, como também citado no texto de Farrer, existem diversos tipos de memória, entre as exemplificadas a magnética e semicondutoras. Até fala-se desta última, nos seguintes termos “Com a evolução da eletrônica, os computadores (...) tornaram-se rápidos (...) graças ao desenvolvimento de circuitos integrados”, ou seja, o próprio texto afirma que este foi um tipo, uma forma e técnica de memória criado com o tempo, seguindo o processo evolutivo da informática. Em outras palavras, foi uma nova tecnologia formada, para fazer com que as memórias progredissem. Essas substituíram outra técnica no passado e podem muito bem serem também no futuro, com o avanço, por exemplo, da quântica; é algo volátil, que pode ser transformada ou sobrescrita.

Fernando Viglioni

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